A ponte entre o varejo e o Pix

Escrito por: Camilia Majdoub

Visionária, vanguardista, inconformada, revolucionária; essas são apenas algumas características inerentes à Spin Pay. Como um furacão, a Spin chegou ao mercado para repaginar o sistema e propor ideias novas. Hoje vamos contar a história dessa empresa que concebeu o conceito de trazer o pagamento instantâneo ao varejo brasileiro, antes mesmo do Banco Central (BC) anunciar o Pix em fevereiro de 2020.

Visionária, vanguardista, inconformada, revolucionária; essas são apenas algumas características inerentes à Spin Pay. Como um furacão, a Spin chegou ao mercado para repaginar o sistema e propor ideias novas.

Para narrá-la, convidamos Alan Chusid, fundador e CEO da Spin Pay. Empreendedor há algum tempo, Alan foi co-fundador da Neon, Naked Nuts e Linus, antes de criar a Spin. Neste episódio de Papo Pix pedimos para ele compartilhar a sua jornada, desde os primórdios da Spin até agora, às vésperas do lançamento do Pix, bem como a sua visão do futuro com esse novo meio de pagamento.

Capítulo I: Spin Pay, a star is born

Tudo começou quando Alan estava co-fundando a Neon, uma conta 100% digital. Ele conta: “a ideia aconteceu na minha jornada anterior à Spin, no projeto de construção da Neon. Ficou claro para mim que os meios de pagamento existentes, apesar de serem muito bons, ainda deixavam grandes lacunas, tanto do lado do recebedor, quanto a nível de experiência e jornada do pagador”.

Foi então que ele se uniu às feras Felipe Park e Marcelo Mingatos, CFO e CTO da Spin respectivamente, para concretizar essa ideia disruptiva. Assim, em 2018, a Spin criou a primeira plataforma e tecnologia de pagamentos instantâneos do Brasil.

Capítulo II: trial & error

Quanto ao processo de descoberta e posicionamento do produto, Alan diz: “arriscamos bastante e testamos infinitamente, mas sempre com muito embasamento por trás das decisões”. O propósito da empresa, porém, continua intacto: descomplicar o sistema financeiro, construindo novos caminhos para tornar os serviços mais seguros, rápidos e acessíveis à todos.

Para deslanchar, a Spin precisava colocar a plataforma no ar; fazer ela acontecer e existir, de fato. O caminho foi tornar-se um broker de wallets, ou seja, um agregador das principais carteiras digitais, ajudando os varejistas a consolidarem tudo em um lugar só.

Dia após dia, com testes e pesquisas, a Spin evoluiu e continua evoluindo. Sempre testando o produto, junto aos parceiros, para de fato, não só oferecer a primeira plataforma de pagamento instantâneo, mas também a mais completa hoje para atender aos grandes varejistas brasileiros. Para citar alguns deles, a Spin conquistou redes como a Cobasi, GOL, Época Cosméticos e Whirlpool, em pouco tempo.

Sempre antenado no que está acontecendo ao redor do mundo, principalmente em relação a pagamentos instantâneos e open banking, Alan explica que era apenas uma questão de tempo até que essas novas tecnologias e infraestruturas estivessem disponíveis no Brasil. “Por isso, desde lá atrás, a gente vem estudando a fundo, não só o mercado brasileiro como as possibilidades fora do país”, ele revela.

Capítulo III: fevereiro de 2020, BC anuncia lançamento do Pix em novembro

Como pioneira e expert no assunto, a Spin acompanhou de perto as inúmeras mudanças sobre o posicionamento e conhecimento do mercado em relação a pagamentos instantâneos; do momento que a Spin foi criada, passando pelo comunicado do BC em fevereiro deste ano que o Pix seria lançado, até agora, há um mês do grande dia.

“Para começar, até alguns meses atrás, o Pix não chamava Pix e não tinha data de lançamento,” Alan diz e conta que a vontade do BC de criar algo novo já existia há um tempo e era nítida em discussões do regulador com o mercado.

O conhecimento da sociedade sobre o Pix foi um ponto de inflexão. Pesquisas mostram que apenas 13% dos brasileiros entendem o que é Pix. Porém, até agora 33,7 milhões de chaves foram cadastradas, de acordo com o BC. “Isso mostra que o Pix, possivelmente, vem bem mais forte que as expectativas”, ele afirma.

Alan, que tem trocas diárias com diversos players do mercado, pontua que “os próprios varejistas (os recebedores) estão preocupados em como disponibilizar essa solução para os seus clientes. Querem entender quais são as possibilidades que o Pix traz, não só como meio de pagamento, mas para gerar eficiência”.

Ele também relata que o mercado está em ebulição, desesperado para entender como se adaptar e usar o Pix para ajudar a sanar todas as ineficiências que os meios de pagamento existentes apresentam.

“A informação é a maior das transformações. A cada dia que passa, a gente vê que ela está cada vez mais difundida e que a sociedade está sedenta por essa novidade,” Alan diz.

Capítulo IV: Spin, a ponte do varejo para o Pix

Nem boleto, nem cartão. O Pix vai permitir que a Spin, junto aos seus parceiros varejistas, dê acesso para que qualquer brasileiro possa comprar e/ou vender com uma experiência super simples, ágil e eficiente.

“Estamos esperando esse momento há bastante tempo, nos preparando, desenvolvendo tecnologia, criando plataforma, testando... agora é a hora de escalar”, afirma Alan, com entusiasmo.

Conheça a Experiência Spin Pay

O lema aqui é: pagamentos do futuro, agora. Isto é, a Spin antecipa tendências do futuro para o varejista de uma maneira única, combinando o Pix com Open Banking.

O pagamento instantâneo transforma o desejo do cliente em compra. Com uma essência democrática, inclusiva e simples, o aumento de conversão de vendas é inevitável.

Para isso, o varejista precisa estar bem preparado e assessorado. Pensando nisso, Alan explica que entende os desafios que os varejistas enfrentam com os meios de pagamento tradicionais. “Nosso foco é como criar uma experiência tão simples e fluida para que os sistemas conversem sem fricção alguma. Assim, podemos automatizar isso tudo e escalar pagamentos de uma forma nunca vista antes”, ele afirma.

A experiência criada pela Spin Pay para o varejo brasileiro é fantástica. Separamos alguns dos benefícios proporcionados aos parceiros:

  • API de conciliação. Assim, o arquivo já é formatado no modelo ideal para alimentar o sistema de gestão do parceiro, poupando custos e facilitando a operação;
  • O Painel do Cliente da Spin Pay permite uma gestão de responsabilidade dos usuários cadastrados. Isso proporciona uma melhor alocação dos membros da equipe financeira, otimizando os custos operacionais e o dia-a-dia do parceiro;
  • Estorno instantâneo através do Painel do Cliente. Isso faz com que, ao contrário dos cartões de crédito, o processo de estorno seja simples, sem burocracia e sem intermediários, melhorando a experiência do usuário final no seu negócio;
  • Com uma integração única, o parceiro da Spin Pay pode ter acesso a um hub de carteiras digitais, um provedor de pagamento via Pix e uma solução de pagamento via crediário, o que também simplifica a conciliação, que fica centralizada em um único arquivo padronizado;
  • O Spin Checkout possui uma tarifa mais baixa que os meios tradicionais de pagamento, muito pela natureza próxima do Pix, permitindo que o parceiro invista em iniciativas para fidelizar e atrair novos usuários finais;
  • Pagar com o Pix via Spin Checkout é tão seguro quando fazer uma transferência no seu Internet Banking! Os mecanismos de segurança do Banco Central do Brasil e da Spin Pay reduzem os custos internos por fraude e por chargeback por fraude. Além de aumentar a fidelidade do usuário, por sentir mais segurança na solução de pagamento.
  • O Spin Checkout pode se adaptar à necessidade do parceiro: seja com um SDK que possui uma Experiência de Cliente testada pela Spin Pay e otimizada para a melhor conversão, seja com uma API para que a integração seja feita da maneira que melhor converse com o seu checkout!

Capítulo V: o futuro com Pix + Open Banking

Com entusiasmo, Alan afirma que a combinação das tecnologias de Pix e Open Banking trará possibilidades infinitas: “a nossa criatividade é o limite para o que podemos fazer”.

Assim, quando o Pix e Open Banking forem uma realidade e estiverem operando a todo vapor, todo brasileiro, com diferentes níveis de acesso a qualquer tipo de conta ou produto financeiro, poderá realizar o pagamento de bens e serviços de maneira única.

Um ponto de atenção, não só para a Spin, mas para o mercado todo, é que isso tudo é muito novo. E o novo sempre tem riscos, seja de escalabilidade ou segurança. “ Acho que a Spin e o mercado estão olhando para isso com uma lupa grande para entender como mitigar esses riscos, que embora inevitáveis, se olhados com bastante carinho podem ser diminuídos,” Alan reflete.

Esta história não acabou. Ainda vai longe…!

Se Benjamin Franklin disse que as duas certezas da vida eram impostos e a morte, nós acrescentamos que a revolução do Pix em solo nacional é a terceira.

“Temos certeza que o Pix vem para mexer em todos os alicerces da infraestrutura bancária do Brasil,” Alan afirma.

Este é apenas o começo desta história que promete romper com antigos padrões e beneficiar todos os brasileiros. Se você é varejista e está farto da burocracia do mercado de pagamentos, sua solução chegou. Ainda dá tempo de se preparar para o Pix, basta entrar em contato conosco e colocaremos o seu negócio para girar no caminho da inovação, de uma forma totalmente personalizada.

No próximo episódio, abordaremos como você pode potencializar as suas vendas na primeira Black Friday com o Pix operando. Para receber o conteúdo de Papo Pix em primeira mão, inscreva-se na nossa Newsletter!

Pix e Meios de Pagamento

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